A Intel realizou nesta terça-feira, 5, um evento para apresentar as principais novidades da empresa para o mercado brasileiro e que contou discursos recheados de termos como “mobilidade”, “praticidade” e “leveza”. Mesmo que a companhia tenha produtos voltados para o segmento high-end (principalmente para o público gamer), o grande destaque da apresentação deu-se por conta da clara aposta em dispositivos cada vez menores e que já cabem até no bolso.
Veja vídeo abaixo:
O centro de pesquisas da IBM comunicou hoje o desenvolvimento de
chips de 7 nanômetros em nome de um consórcio internacional liderado
pela empresa. A parceria é uma iniciativa público-privada do estado de
Nova York e de empresas como a Samsung e a própria IBM, que investiu
cerca de US$ 3 bilhões no projeto.
Um dos principais desafios do mercado de semicondutores é a
velocidade de desenvolvimento de transistores, que costumam dobrar de
densidade a cada dois anos. A façanha da IBM reduz pela metade o padrão
comercial praticado atualmente, de 14 nanômetros, que ainda está se
expandindo no mercado. A geração de 7 nn, portanto, é experimental e
deve demorar alguns anos para chegar aos dispositivos dos consumidores.
A diminuição na escala foi possível a partir da substituição do
silício puro pelo silício germânio (SiGe), uma liga capaz de aumentar a
mobilidade dos elétrons nos transistores. Cada geração reduz em cerca de
50% a área necessária para abrigar uma mesma quantidade de circuitos
eletrônicos. De acordo com os pesquisadores, será necessário usar novos
materiais e técnicas de fabricação, devido ao pequeno tamanho dos
transistores.
A IBM não informou quando deverá começar a produção comercial dos
chips. Recentemente, a Taiwan Semiconductor Manufacturing Company
afirmou que planeja começar a produção de pilotos do chip de sete
nanômetros em 2017.
Se você já ouviu falar em data centers mas nunca chegou a ver um, o novo vídeo lançado pelo Google pode lhe interessar. A empresa produziu um vídeo em 360 graus que mostra o interior de um de seus centros de servidores, no Oregon. Por ser em 360 graus, o vídeo permite que o usuário “controle” a imagem, clicando e arrastando com o mouse para visualizar diferentes ângulos da cena. Ao ser visualizado em um dispositivo móvel (algo que a empresa recomenda), basta inclinar o aparelho para ver uma parte diferente da imagem. Veja o vídeo abixo:
Segundo o vídeo, a maioria dos funcionários do Google não tem acesso àquele edifício. Ele contém, além dos servidores, toda a infraestrutura responsável por manter os sistemas ativos. Essa infraestrutura é desenhada de forma a ser completamente “redundante”: mesmo que uma fonte de energia falhe, há outra capaz de substituí-la imediatamente. Para ter acesso a essa infraestrutura, é necessário passar por um controle de segurança que envolve um escaneamento de íris. De acordo com o vídeo, boa parte da infraestrutura dos servidores é feita sob medida, pelo próprio Google, para funcionar da melhor maneira possível. Um único edifício como o mostrado no vídeo é capaz de sustentar 75 mil máquinas, e transmitir, no total, mais de um petabit (um quatrilhão de bits) por segundo. Além de ser interessante e informativo, o vídeo também parece funcionar como uma forma de divulgação para os serviços de nuvem do Google. A empresa vem buscando espaço nesse mercado, concorrendo com gigantes como Amazon e Microsoft, e conquistando clientes como a Apple. O vídeo do Google lembra outro vídeo interessante em 360º produzido recentemente pela BBC, que mostra o interior do CERN (o laboratório responsável pela confirmação da existência do bóson de Higgs).
Uma das regras estipuladas pelos termos de uso do Facebook é a de que
os usuários devem utilizar apenas seus nomes e fotos reais ao criar um
perfil na plataforma. Nem sempre essa regra é seguida, e muitas pessoas
acabam tendo seus nomes e fotos "roubados" para serem estampados em
perfis falsos. O Facebook tem um plano para mudar isso.
A rede social tem testado uma nova ferramenta que alerta o usuário
quando há um outro perfil usando o seu mesmo nome e foto. Com isso, a
pessoa que teve o perfil copiado ou "clonado" pode marcar aquela conta
como uma fraude e ajudar o Facebook a localizar e punir os
transgressores.
Ao receber a notificação, o usuário pode informar se aquele perfil
indicado é mesmo uma cópia ou uma pessoa que, curiosamente, tem o mesmo
nome e aparência. Para encontrar os possíveis clones, a rede social
depende de seus algoritmos de reconhecimento de imagens e outras
ferramentas internas. O novo recurso está sendo levado lentamente aos
usuários ao redor do mundo.
A partir do dia 15 de abril a GVT não irá mais oferecer seus serviços
para clientes de todo o Brasil. A empresa enviou um comunicado aos
clientes afirmando que os serviços serão unificados com a Vivo.
A mudança estava sendo trabalhada desde o mês de maio do ano passado e
tornou-se possível com a aquisição da Vivo pela Telefônica que deu-lhe
mais recursos para efetuar a transação. Em dezembro de 2014, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) já havia aprovado a compra da GVT pela Telefônica e agora o acordo finalmente foi selado.
A companhia aproveitou para informar também que o atendimento
telefônico e os aplicativos e serviços prestados sofreram mudanças após a
unificação. O telefone de suporte terá um novo número (10315) assim
como o código de longa distância que passará a ser o “15” e não mais o
“25”. O site também será acoplado ao da companhia de telefone, televisão
e internet a partir do dia 2 de abril.
Já os pacotes contratados por clientes antes da parceria ser firmada
permanecerão inalterados já que a Vivo afirmou que irá honrar os
contratos firmados pela empresa comprada. Apenas alguns nomes serão
modificados, como o “GVT Freedom”, o “GVT Protege” e o “Minha GVT” para
“Vivo Freedom”, “Vivo Protege” e “Meu Vivo Fixo” respectivamente.
Os clientes da GVT também terão a oportunidade de usufruir de novos
serviços oferecidos pela empresa de telefonia, como o Vivo Valoriza,
programa de fidelidade que dá descontos em cinemas, contratação de
serviços e compra de aparelhos.
A partir de ontem (15) a TV analógica começou a ser desligada no país.
Nesta segunda-feira, Rio Verde (GO) será o primeiro município brasileiro
a fazer a transição para a TV digital.
E este ano Brasília será a única capital a realizar a mudança de
acordo com o cronograma divulgado pelo Ministério das Comunicações.
Em outubro, o Distrito Federal e as cidades do entorno terão o sinal da TV analógica desligados.
O prazo para a mudança em todo o país foi adiado várias vezes e
apenas em 2023 a TV digital será uma realidade em 100% dos aparelhos do
país.
Segundo o governo foi necessário dar mais tempo para a migração
devido aos grandes eventos que o Brasil vai receber até 2018, como as
Olimpíadas e a eleição presidencial daqui a dois anos.
Além disso, as redes de televisão terão um prazo maior para avisar
aos telespectadores sobre o desligamento. Atualmente, a TV analógica
recebe sinais de frequência modulada FM e converte em sinais de imagem e
som.
Já a TV digital também recebe esta frequência mas transmite para
dados digitais, como acontece com a internet acessada por meio de um
transmissor wi-fi.
Para pegar o sinal digital, o aparelho precisa de um conversor embutido ou externo.
Faz apenas uma semana que o Torrents-Time foi lançado e o plugin que trouxe de volta o Popcorn Time para navegadores já causou um alvoroço, tendo despertado inclusive a ira dos estúdios de Hollywood. Só que um especialista em segurança avaliou a ferramenta e fez um alerta: mantenha-a longe do seu computador.
Andrew Sampson, criador do aplicativo de streaming de músicas Aurous,
publicou um texto explicando que o tipo de permissão usado pelo TT abre
portas perigosas nas máquinas. Segundo ele, o plugin abusa de um
mecanismo chamado CORS, que permite que as requisições de uma página
sejam feitas por um outro domínio. Sem isso, o TT não consegue atuar em
páginas HTM5.
O problema é que há várias formas de um hacker explorar essa
situação. A pior delas, diz Sampson, seria incluir arquivos invisíveis
para serem baixados junto com o arquivo principal; assim, enquanto
estivesse assistindo a um filme, o internauta poderia baixar, ao mesmo
tempo, um vírus.
O BGR
conta que qualquer um com acesso ao JavaScript do site - como um
anunciante - poderia encontrar o endereço IP, o país e até o navegador
usado para fazer o acesso. Bastaria algumas linhas de código.
O Tor é uma ferramenta neutra. É um serviço que promete navegação
anônima e privada pela internet e acesso a sites que não seriam
acessíveis de quaisquer outras forma (a Deep Web). Ele é mantido por
organizações legítimas que defendem seu papel democrático de superar a
vigilância e permitir liberdade de expressão em ambientes opressores. No
entanto, ele é usado para o crime, mesmo.
É a conclusão tirada de um artigo de dois pesquisadores da King's
College em Londres. Os resultados do estudo concluem que o uso mais
comum dos sites nos serviços ocultos do Tor são criminais, “incluindo
drogas, transações e pornografia envolvendo violência, crianças e
animais”, explicam Daniel Moore e Thomas Rid.
Durante um período de 5 semanas, a dupla analisou os serviços da rede
Tor, encontrando 5.205 sites ativos, entre os quais 2.723 puderam ter
seu conteúdo classificado. Destas páginas, 1.547 hospedavam conteúdo
ilegal, totalizando cerca de 57%.
Para fazer os testes, os pesquisadores usaram um script web crawler,
que funciona de forma parecida com o indexador do Google. O script
entrava em sites ocultos conhecidos e encontrava outros links para sites
da deep web; em seguida, o conteúdo destas páginas era analisado e
classificado em categorias por um algoritmo.
Os pesquisadores reconhecem, no entanto, que podem existir muito mais
sites que não foram encontrados por não estarem indexados nas páginas
de referência da Deep Web. No entanto, o objetivo deles foi exatamente
esse: descobrir o conteúdo que é mais facilmente acessível para uma
pessoa comum na rede oculta. Neste caso, a maioria do material é
criminoso.
A Apple lançou hoje um programa de substituição dos carregadores de
dispositivos vendidos na Europa, Coreia do Sul, Austrália, Nova
Zelândia, Argentina e Brasil. Trata-se do modelo com dois pinos,
conhecido do público brasileiro.
Para identificar se o seu
carregador está habilitado para o recall, a Apple dá a seguinte dica:
"Um adaptador para conector de parede tem quatro ou cinco caracteres ou
numerais no slot interior onde é conectado a um adaptador de alimentação
Apple. Os adaptadores reformulados têm um código regional de três
letras no slot (EUR, KOR, AUS, ARG ou BRA)". A imagem abaixo explica
melhor.
De acordo com a Apple, os carregadores neste formato podem quebrar e
oferecer riscos de choques elétricos quando tocados. No programa de
substituição, a empresa lista todos os carregadores de aparelhos Mac e
iOS lançados desde 2003 até hoje, incluindo também o kit Apple World
Travel Adapter. De acordo com a Reuters,
a Apple registrou 12 incidentes envolvendo o modelo de carregador em
questão ao redor do mundo. Os usuários afetados podem realizar a
substituição gratuitamente e consultar o site para mais informações. Como procederA Apple recomenda procurar a sua Apple Store local, preferencialmente fazendo um agendamento, ou um Centro de Serviço Autorizado.
A empresa alerta que será necessário verificar o número de série do
Mac, iPad, iPhone ou iPod, então é necessário tê-lo com antecedência.
Isso pode ser feito facilmente:
Na superfície do produto.
No iTunes, se o produto sincronizar com o iTunes.
No Mac, selecionando Sobre Este Mac no menu Apple.
No iPhone, iPad, iPod touch ou iPod, acessando Ajustes > Geral > Sobre.
Como de costume, a chegada de um novo smartphone top de linha ao mercado traz uma leva de youtubers ávidos por colocar o dispositivo à prova de todo tipo de tortura que venha à mente. Não foi diferente com o Xperia Z5 Ultra, da Sony, o primeiro smartphone a ter uma tela com resolução 4K.
O vídeo abaixo foi feito pelo usuário do youtube JerryRigEverything, que também já "torturou" outros aparelhos como o HTC M9, iPhone 6 e o Nexus 6P. Assim como esses aparelhos, o Xperia Z5 Ultra é suficientemente vulnerável a ponto de poder ser entortado pelas mãos de um usuário. Veja abaixo o vídeo:
Sessão de tortura
O usuário do Youtube nota que, embora a Sony não utilize o Gorilla Glass para a tela, o vidro temperado do aparelho tem a mesma durabilidade que aquele tipo de vidro. A picareta de número 6 na escala de dureza (que vai de 1 a 9) consegue arranhá-lo de leve, mas a de número 7 já deixa um estrago considerável.
A câmera de 23 megapíxels do aparelho, embora impressione pela qualidade das imagens, deixa a edsejar quanto à durabilidade da lente. Conforme notado pelo usuário, a lente é feita de plástico e pode ser facilmente arranhada, deixando todas as fotos subsequentes com marcas.
O vidro reflexivo da traseira do aparelho parece ser completamente resistente a arranhões - embora acumule marcas de gordura. A lateral dele, por sua vez, embora seja de metal, ainda é vulneravel a arranhões, mesmo aqueles provocados por chaves de carro.
Quando expostos a fogo, os píxels da tela do aparelho se tornam rapidamente pretos e, em seguida, brancos. Os píxels que ficam pretos se recuperam após alguns segundos; os brancos, por sua vez, não voltam. O calor sai rapidamente da tela do aparelho, porém, e ela pode ser novamente tocadas segundos após o teste.
A pressão aplicada pelas mãos do usuário é suficiente para entortar o aparelho e fazer o botão liga/desliga e a barra em volta do cartão SIM dele saltarem para fora. O smartphone continua a funcionar perfeitamente, mas fica literalmente quebrado.
Um novo algorítmo de compressão capaz de deixar o Google Chrome
mais rápido deve chegar em breve ao navegador. A informação vem de um post no Google+ escrito por Ilya Grigorik, um engenheiro de performance para web do Google. Segundo
a empresa, o novo algoritmo, chamado de Brotli, permite reduzir o
tamanho de códigos HTML, CSS e JavaScript em até 25%. De acordo com o Business Insider, isso além de fazer com que as páginas sejam carregadas mais rapidamente, também faz com que o consumo de dados seja menor. O Brotli substituirá o algoritmo atual, chamado de Zopfli. Ele já havia sido anunciado pelo Google em setembro de 2015,
mas deve chegar ao navegador em breve. A empresa considera que se trata
de um "formato de dados completamente novo", e que foi desenvolvido
porque "no Google, nós acreditamos que o tempo dos usuários de internet é
valioso". Segundo o Gizmodo,
usuários de dispositivos móveis poderão notar não apenas uma redução no
tempo de carregamento das páginas e no uso de dados, mas também no
gasto de bateria graças à novidade. Como o Brotli foi marcado como
"intent to ship" (intenção de enviar), ele deve chegar ao Chrome em
breve.