sábado, 9 de maio de 2015
Códigos de apps do Android e do iOS funcionarão no Windows 10
Agora é oficial: com o Windows 10, será possível levar aplicativos desenvolvidos para o Android para a plataforma. Mais do que isso; a Microsoft também facilitou o port de apps do iOS para o Windows. A novidade foi revelada no ultimo dia, 29, durante a Build, conferência anual da empresa com desenvolvedores.
Para os aplicativos do Android, a Microsoft permite que os desenvolvedores reutilizem o código Java ou C++ no Windows 10. Já no caso do iOS, será possível reaproveitar o código em Objective C. Estes aplicativos podem ser apenas levemente modificados para se integrar às funcionalidades do Windows 10, como os blocos dinâmicos, Cortana, Xbox, etc.
Não será tão simples como rodar um APK do Android no Windows, no entanto. A decisão de recompilar o código para ser executado no Windows ainda passa pelo desenvolvedor, mas a empresa quer eliminar os possíveis pontos de atrito. Deixando a criação de aplicativos do Windows mais fácil para quem está familiarizado com outras plataformas, a empresa espera diminuir o vão entre o volume de apps entre as plataformas concorrentes e o Windows.
Segundo a Microsoft, estas ferramentas já estão sendo testadas há algum tempo com algumas empresas-chave, como a King, responsável pelo jogo Candy Crush, um dos mais populares do mundo. Segundo Terry Myerson, chefe da área de Windows, o game roda nos celulares utilizando o código do iOS.
Segundo ele, em entrevista ao site The Verge, a empresa considerou seriamente abraçar apenas os aplicativos do iOS, mas decidiu integrar o Android também pelo fato de o alcance ser maior. “Quando pensamos em Windows, pensamos em todas as pessoas no planeta. Há países onde dispositivos iOS não estão disponíveis”, explica Myerson.
Há outras novidades em relação aos aplicativos do Windows. A empresa permite agora que sites sejam transformados nos novos aplicativos universais da plataforma, aproveitando recursos como notificações e até mesmo compras internas. Estes aplicativos web poderiam ser distribuídos na loja do Windows.
A empresa também afirmou que os atuais aplicativos desktop, os Win32 e .NET também poderão ser transformados em aplicativos universais do Windows 10.
Fonte: olhardigital
segunda-feira, 4 de maio de 2015
Windows 10 chegará para PCs entre junho e setembro
Apesar de ainda não ter uma data oficial para o lançamento do Windows 10, é certo que o sistema estará disponível para computadores em breve. De acordo com o vice-presidente corporativo de sistemas operacionais, Joe Belfiore, o anúncio deve acontecer entre junho e setembro.
O executivo afirmou que a prioridade da empresa é trazer a novidade primeiro para PCs. Versões para dispositivos móveis, Xbox e HoloLens deverão estar disponíveis por volta de setembro.
A Microsoft explicou que está trabalhando com o conceito de "Windows como um serviço", o que significa que ele nunca estará completamente encerrado. "Nossa intenção é fazer desta a maior plataforma de um desenvolvedor único que os desenvolvedores podem mirar", disse Belfiore.
A meta da companhia é levar o Windows 10 a 1 bilhão de dispositivos nos próximos anos.
Fonte:olhardigital
segunda-feira, 27 de abril de 2015
Proteste entrega carta a Dilma contra acordo com Facebook
Uma campanha que conta com mais de 30 entidades entregou à presidente Dilma Rousseff uma carta com críticas ao acordo que o governo pretende fechar com o Facebook pela importação do Internet.org para o Brasil.
Conforme explica a Proteste, que está entre os envolvidos na campanha Marco Civil Já, o programa do Facebook viola um dos principais termos da “constituição” da web brasileira: a neutralidade.
“Ao prometer o ‘acesso gratuito e exclusivo’ a aplicativos e serviços, o Facebook está na verdade limitando o acesso aos demais serviços existentes na rede e oferecendo aos usuários de baixa renda acesso a apenas uma parte da internet”, explica a entidade. “Esta estratégia da rede social, realizada em parceria com operadoras de telecomunicações e provedores de conteúdo, desrespeita o princípio da neutralidade, ainda que garanta o uso dos aplicativos e conteúdos mais populares.”
O problema, diz a Proteste, é que no longo prazo o Internet.org pode gerar concentração dos serviços de infraestrutura, de acesso à internet e conteúdos, restringindo a liberdade de escolha do usuário. “A cartelização do mercado e a falta de estímulo a preços baixos comprometem os objetivos de universalização.”
Na carta que foi entregue a Dilma é pedido que nenhum acordo seja firmado com Mark Zuckerberg relacionado ao Internet.org, e que qualquer negociação futura respeite os preceitos do Marco Civil.
Fonte:olhardigital
sexta-feira, 24 de abril de 2015
Apple Watch pode chegar ao Brasil por até R$ 98 mil
A Apple deixou muita gente impressionada quando anunciou que a edição mais cara do seu relógio inteligente custaria US$ 17 mil e, imediatamente, aguçou a curiosidade dos brasileiros - que já estão acostumados aos títulos de iPhone e iPad mais caros do mundo.
Pois bem, fontes do MacMagazine garantem que o Apple Watch Edition de 38mm com pulseira Modern - esse modelo de US$ 17 mil - chegará por aqui pela "bagatela" de R$ 98 mil.
O site especializado recebeu a informação de que os relógios serão lançados no Brasil em julho. Como o início das vendas geralmente ocorre numa sexta-feira, existem cinco possibilidades: os dias 3, 10, 17, 24 e 31.
O modelo mais barato, Watch Sport de 38mm, sairia por R$ 1.799. Nos Estados Unidos ele custa US$ 349, o equivalente a R$ 1.236,90. No caso do mais caro, na conversão ele ficaria por R$ 60.250,20, uma diferença superior a R$ 37 mil em relação ao valor que deve ser aplicado por aqui.
Segue abaixo a tabela montada pelo MacMagazine com os supostos preços:
Fonte:olhardigital
segunda-feira, 20 de abril de 2015
Chrome para Android chega à versão 42 com novos recursos
Saiu nesta sexta-feira, 17, uma nova versão do Chrome para Android, que leva a numeração 42.0.2311.107. Além das correções de bugs e melhorias em desempenho, a atualização do app também traz alguns recursos interessantes.
O principal deles é o monitoramento de sites que você acompanha com frequência. Com a ferramenta, você pode cadastrar seu site favorito e receber uma notificação quando o conteúdo é modificado. Isso vale também, por exemplo, para receber notificações quando o status de uma compra feita pela internet muda.
Este recurso, no entanto, não vai funcionar imediatamente. Isso porque os desenvolvedores web ainda precisam implantar a nova API do Chrome para notificações push. Portanto, você ainda vai ter que esperar para conseguir aproveitar esta novidade.
Outra possibilidade aberta pelo novo Chrome é fixar automaticamente os sites que você mais acessa na tela inicial. Quando a versão 42 do aplicativo detecta que você visita regularmente alguma página, ele pedirá permissão para salvá-la na tela de início. A capacidade de fixar sites na área inicial manualmente já é antiga, no entanto, existente desde a versão 31, lançada em 2013.
Aos pouquinhos a nova versão chega aos servidores do Google Play e pode levar alguns dias antes que você seja notificado para fazer a atualização.
Fonte: olhardigital
domingo, 12 de abril de 2015
Navegador que distribui internet via torrent já pode ser baixado
O BitTorrent disponibilizou hoje a
primeira versão beta do Maelstrom, navegador da empresa que usa o
conceito do torrent para distribuir o acesso à internet.
Por enquanto, só quem usa Windows poderá
baixar a novidade, que segundo o BitTorrent já conta com mais de 10 mil
usuários desenvolvedores e outros 3,5 mil publicadores - que tiveram
acesso antecipado.
Construído sobre a mesma arquitetura do
Chrome, o navegador faz com que páginas não precisem ser hospedadas em
um servidor; ao invés disso, são os próprios internautas que as mantêm
no ar - exatamente como ocorre com arquivos torrent.
Quando uma página torrent (como eles
chamam esses sites) é colocada no ar, seu publicador fica sendo o
hospedeiro. Assim que recebe uma visita pelo Maelstrom, o visitante
passa a dividir a hospedagem; quando um terceiro internauta chegar ao
endereço, fará a conexão com dois “servidores" e ainda se tornará mais
um.
Essa arquitetura, segundo o BitTorrent, serve tanto para democratizar a distribuição da internet quanto para inviabilizar os ataques de negação de serviço, um dos métodos mais eficazes de se derrubar um site atualmente.
Eu testei o navegador é cara Chrome da para confundir os navegadores , durante teste a primeira vez que entra em uma web demora um pouco na segunda vez e bem rápido .
Para baixar, clique aqui.
Eu testei o navegador é cara Chrome da para confundir os navegadores , durante teste a primeira vez que entra em uma web demora um pouco na segunda vez e bem rápido .
Para baixar, clique aqui.
Fonte: olhardigital
segunda-feira, 6 de abril de 2015
Android 5.1 x iOS 8: prós e contras dos sistemas operacionais

A velha batalha entre Android e iOS acaba de ganhar mais um capítulo: as novas versões dos sistemas se esforçam de maneira diferente para trazer mais qualidade à experiência do usuário e simplificar a utilização. Mas qual delas leva a melhor? Confira uma análise feita pelo site americano The Next Web sobre alguns aspectos das duas plataformas e tire suas próprias conclusões. Design No quesito design, que é sempre subjetivo, a Apple ficou por muito tempo à frente do Google. A interface mais limpa do sistema, sua facilidade de utilização e a integração visual entre a plataforma e os aplicativos são geralmente apontados como vantagens em relação ao Android. A partir do Android Lollipop, no entanto, é possível perceber uma preocupação do Google com a estética do sistema. Na nova versão a empresa modificou todo projeto de design, padronizando e simplificando a tela e a navegação. Os apps para Android, por sua vez, começam agora a trazer a estética do Google. O movimento ainda está no começo, mas é possível que a partir da versão Lollipop isso se torne uma tendência. Multitarefas A abordagem das duas plataformas no item multitarefa é bastante diferente. Enquanto no Android é possível visualizar todas as janelas abertas em uma espécie de cascata, no iOS o usuário deve deslizar a tela para os lados para verificar tudo o que está aberto. Ponto para o Google. A desvantagem, no entanto, é que no iOS o usuário consegue visualizar todo o conteúdo da tela, enquanto no Android é possível ver apenas uma parte dela. Widgets e notificações Aqui o Google tem mantido certa vantagem em relação ao seu principal concorrente. Os atalhos possuem diversas utilidades e se integram muito bem ao sistema, enquanto no iOS a opção ainda é bastante limitada e começa a se desenvolver somente agora. As notificações na plataforma da Apple também perdem para o Android. Não é possível eliminá-las em lote, por exemplo, nem personalizá-las. Compartilhamento entre diferentes aplicativos Mais uma categoria onde a Apple perde para o Google. Somente agora o sistema começa a permitir o compartilhamento de informações, sejam links, imagens, ou qualquer tipo de conteúdo entre diferentes aplicativos, o que já acontece há muito tempo no Android. Recursos de câmera Com um software fácil de utilizar e um hardware potente, a câmera da Apple tem vencido a disputa. Recentemente a empresa ainda adicionou alguns recursos que já existiam no Android, como os vídeos em câmera lenta e as fotos panorâmicas. Para quem gosta de apps alternativos de câmera, o iOS também fica à frente da rival: são diversas opções que, no entanto, não podem ser selecionadas como aplicativo padrão na hora de tirar fotos. Apesar de se esforçar para melhorar a competição, o Google ainda fica atrás neste quesito. Atualizações de software Outro ponto perdido pelo Google: a menos que o usuário seja dono de um Nexus, as atualizações podem demorar um pouco para chegar. Quem tem um iPhone ou iPad, ao contrário, não tem que esperar tanto assim. Segurança A boa notícia aqui é que ambas as plataformas lidam com a segurança muito bem. Uma pequena vantagem para a Apple devido ao seu sistema ser mais fechado e controlado inteiramente pela empresa e ao Touch ID, opção que dificulta o desbloqueio por parte possíveis assaltantes. Ainda que o Android seja mais suscetível a malwares, o Google está focado em diminuir os riscos para o usuário. Recentes medidas como a análise preliminar de todo o conteúdo da Google Play Store e ao recurso que é capaz de detectar se o dispositivo está no bolso ou na mão do usuário estão ajudando a reforçar este item. Para evitar problemas, é importante lembrar: baixar aplicativos confiáveis e obter a versão mais recente do sistema pode manter o usuário seguro. A maior parte dos vírus e aplicativos maliciosos que afetam usuários do Android são instalados de lojas suspeitas ou instalados por fora do Google Play. Futuro As duas plataformas são bastante promissoras e se esforçam para criar um universo de dispositivos que estejam presentes em todas as áreas da vida do usuário, de relógios inteligentes até automóveis. Para os próximos anos devemos esperar uma experiência integrada e conectada, independente da plataforma escolhida.
Fonte: olhardigital
sábado, 4 de abril de 2015
Microsoft considera tornar Windows um sistema open source
A Microsoft considera transformar o
Windows numa plataforma open source, tal qual o Linux ou o Android. Isso
significa que o código de um dos sistemas operacionais mais utilizados
do mundo pode ser liberado gratuitamente no futuro.
Seria um passo enorme para uma companhia
que lucra bastante justamente por causa da distribuição do sistema
operacional, mas Mark Russinovich, um dos principais engenheiros da
Microsoft, considera “definitivamente possível”.
Em um evento realizado recentemente,
Russinovich declarou que este é o caminho para uma “nova Microsoft”, e
ele tem calibre para fazer esse tipo de comentário, afinal, foi uma das
pessoas que ajudaram a construir o Windows, segundo a Wired.
Obviamente, se a previsão do
desenvolvedor se concretizar, ela não virá amanhã; afinal, ainda hoje a
Microsoft tem boa parte de seus negócios baseada no licenciamento do
Windows. Só que a cultura de distribuição do sistema já está mudando,
uma vez que a empresa começou a liberá-lo gratuitamente (sem
compartilhar sua codificação).
Fonte:olhardigital.uol.com.br
quarta-feira, 1 de abril de 2015
Samsung lança Galaxy Note Edge no Brasil por R$ 3,5 mil
A Samsung anunciou o Galaxy Note Edge, versão do smartphone do Galaxy Note 4 com uma curvatura na lateral. O aparelho, um dos tops de linha da companhia, apresentado originalmente em setembro do ano passado, chega ao Brasil pesando bastante no bolso: o valor sugerido é de R$ 3,5 mil.
É um aparelho bastante poderoso, capaz de competir a altura com qualquer smartphone de alto desempenho no mercado, apesar de já ter seis meses de existência.
A tela de 5,7 polegadas concentra uma resolução Quad-HD (2160x1440), totalizando uma densidade de 455 pixels por polegada. Junto do Galaxy S6, é o único modelo da empresa a apostar em uma resolução tão alta.
Em termos de especificações internas, o aparelho roda Android 4.4 KitKat, tem 3GB de memória RAM e 32GB de armazenamento expansíveis até 64GB por meio de cartão microSD. O processador Snapdragon 805 é um quad-core tem clock de 2.7 GHz. A bateria é de 3.000 mAh e as câmeras traseira e frontal têm, respectivamente, 16 megapixels e 3,7 megapixels.
A Samsung destaca a lateral curvada como um diferencial, agindo de forma independentemente da tela principal. A ideia é oferecer uma área adicional para exibir notificações, ícones de aplicativos e alertas sem atrapalhar a tela principal.
Fonte: olhardigital
domingo, 15 de março de 2015
Campanha critica preço da internet no Brasil e cobra acesso amplo
Mais de 60 entidades assinam uma carta entregue nesta quinta-feira,
12, ao ministro das comunicações, Ricardo Berzoini, cobrando medidas
para universalizar o acesso à internet no Brasil. Elas reclamam do
alto preço dos planos, da lentidão do sinal e do alcance insuficiente da
banda larga no país.
A campanha Banda larga é um direito seu propõe uma série de alterações, entre elas:
No entanto, o relatório de avaliação do programa realizado pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado Federal aponta que até dezembro, o número de locais com internet era de apenas 23,5 milhões, incluindo estabelecimentos comerciais.
De acordo com a Consultoria Legislativa do Senado ainda há 38,4 milhões de famílias (mais de dois terços da população) sem internet.
Fonte:olhardigital
A campanha Banda larga é um direito seu propõe uma série de alterações, entre elas:
- Participação da sociedade civil no processo de inclusão digital
- Prestação da banda larga sob regime público
- Ampliação da definição de parâmetros de qualidade da banda larga
- Apoio à cultura digital
No entanto, o relatório de avaliação do programa realizado pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado Federal aponta que até dezembro, o número de locais com internet era de apenas 23,5 milhões, incluindo estabelecimentos comerciais.
De acordo com a Consultoria Legislativa do Senado ainda há 38,4 milhões de famílias (mais de dois terços da população) sem internet.
Fonte:olhardigital
sexta-feira, 13 de março de 2015
USB Killer: conheça o pendrive que pode fritar seu computador
A dica de não conectar qualquer pendrive
desconhecido no seu computador é importante. Eles podem vir recheados de
vírus, malwares e softwares perigosos. Contudo, há perigos ainda
maiores: um dispositivo USB realmente mal-intencionado pode simplesmente
fritar o seu computador.
É o caso de um dispositivo publicado no site russo Habrahabr e divulgado pelo Kurukuru Hub. Seu
“designer” criou o pendrive maldito apenas por hobby e não chegou a
publicar o esquema para construir, mas explicou como ele funciona.O texto diz que ao conectar o aparelho na porta USB do computador, um conversor DC/DC invertido carrega os capacitores a -110 volts. Ao chegar nessa medida, o conversor é desligado, ao mesmo tempo que é aberto um transistor que descarrega os -110 volts de tensão na porta USB. Quando a tensão chega a -7 volts, o conversor volta a funcionar, até que o estrago esteja completo.
A explicação acima pode parecer muito técnica, mas o resumo da obra é simples. Em termos leigos, o aparelhinho acumula carga e descarrega de volta no computador com o intuito de queimar tudo que for possível.
O dispositivo devolve a tensão para a fonte de energia, que pode ser um controlador USB dedicado, ou a própria CPU. Controladores costumam ser ligados ao processador, então é possível destruir o computador diretamente no “cérebro”.
Fonte: olhardigital
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