Com aumento do consumo de produtos eletrônico últimos tempos, ficamos sem saber o que fazer com à nossa sucata que produzimos. Sempre vem a pergunta o que fazer para que não acabe em aterros sanitários, que este produtos não contamine o meio ambiente.
Depois de muito tempo guardando lixo que produzi e que reparei nos anos de profissão como monitores , cpu , placas diversas , celular e etc . Comecei a procurar um lugar para que pudesse ter o seu descarte correto encontrei uma empresas Ambiente Limpo onde você pode entregar para que seja novamente aproveitada as matérias primas seja aproveitado novamente , foi que eu fiz levei tudo que eu tinha, lá você assina um termo de doação constando tudo que foi doado para eles. Também tem um serviço de recolhimento da sua sucata que teve ser agendado pelo telefone (32) 3217-5609 .
Você já deve ter ouvido falar na obsolescência programada, uma estratégia de mercado que surgiu na década de 1920, após a crise de 1929. Este fenômeno industrial e mercadológico fazia com que as empresas desenvolvessem produtos com uma vida útil mais curta apenas para garantir o consumo constante de novos itens, aquecendo, assim, a economia, que vivia maus momentos.
O criador dessa "galinha dos ovos de ouro" foi o então presidente da General Motors, Alfred Sloan, que desenvolveu a teoria para incentivar a troca freqüente de carros. O apelo é utilizado até hoje: as montadoras mudam anualmente os modelos e acessórios dos veículos. Só que no caso dos carros, existe manutenção e reposição constante de peças anteriores, portanto, não há uma imposição na troca. Ou seja, fica a critério do consumidor querer andar com o carro do ano ou não. Já no caso de eletrônicos e eletrodomésticos, a história é outra. Algumas fabricantes tiram de linha o produto e suas peças, e acabam forçando uma nova compra caso aquele aparelho estrague.
O advogado especialista em direito do consumidor, Dr. Eduardo Alberto Squassoni, do escritório Letang Associados, explica que o código do consumidor não determina um tempo para que as empresas retirem as peças de reposição e isso atrapalha muito a vida dos clientes. "O código diz que deve haver um prazo razoável, mas o razoável depende muito de cada produto. Em uma decisão judicial, este prazo acaba entrando no entendimento do juiz", explica. Isso significa que as fabricantes podem retirar peças e produtos de linha a hora que quiser e o consumidor fica sem a possibilidade de consertar um produto mais antigo.
O especialista conta que um de seus casos mais recentes está sendo baseado nesta lei. Uma pessoa comprou uma televisão de LED e tecnologia 3D, e seis meses depois o produto parou de funcionar. O consumidor, então, procurou a fabricante. Mesmo dentro da garantia, a empresa afirmou não ser possível o conserto do produto, pois ele estava fora de linha e já não existia mais peças de reposição. A empresa ofereceu um reembolso para o consumidor com o valor original pago pela TV. Mas o advogado explica que terá de entrar com uma ação para obrigar a companhia a reembolsar o preço corrigido da TV.
"Com o valor pago na época, meu cliente não conseguirá comprar uma TV nova da mesma marca e com as mesmas funcionalidades. O mínimo que eles terão de fazer é pagar o valor corrigido ou dar uma TV equivalente", comenta. "Este caso implica ainda em pedir um dano moral, pois o consumidor não está usufruindo da TV", completa.
No documentário "The Light Bulb Conspiracy" ("A conspiração da lâmpada", em português - veja o vídeo abaixo), a cineasta Cosima Dannoritzer mostra que, apesar das fabricantes negarem, a indústria tem práticas para determinar a validade de seus produtos e isso acontece, especialmente, na indústria da tecnologia. Um dos casos apontados no vídeo é o da primeira geração do iPod, que teve problemas na bateria oito meses depois da compra. O consumidor em questão procurou a Apple, que sugeriu: "vale mais a pena comprar um iPod novo". O caso se tornou uma ação coletiva, que deu aos clientes uma substituição das baterias e a extensão da garantia por US$ 59. Ao ser questionada sobre o fato, a empresa alegou que "a vida útil dos produtos varia muito com o seu uso".
Outro caso apresentado no documentário revela que um rapaz procurou a assistência técnica para restaurar sua impressora a jato da Epson e os técnicos disseram que não havia conserto. Indignado, o consumidor procurou mais sobre o assunto na web e descobriu uma "teoria" que ronda fóruns: segundo os usuários, existe um chip que determina a duração do produto. Quando a impressora atinge um número de páginas impressas, ela trava e não volta mais a funcionar.
Ao ser procurada pelo Olhar Digital, a Epson negou que praticasse a obsolescência programada e disse que dá muita atenção à qualidade dos produtos, além de se preocupar com o meio ambiente. "Projetamos os nossos produtos pensando nas necessidades e nas demandas do consumidor e rejeitamos totalmente que eles sejam fabricados para apresentar defeitos depois de algum tempo", declarou a companhia.
A fabricante ainda disse que, de acordo com pesquisas, a vida útil de uma impressora é, em média, de quatro anos. Depois deste tempo, normalmente, o consumidor busca a reposição por um modelo com tecnologia mais atualizada. "Hoje, é o mercado consumidor que define a vida útil de um produto, pois os consumidores estão sempre em busca de novo design, de novas tecnologias, a exemplo de impressão sem fio (wireless) ou até mesmo de impressão na nuvem. Eles também procuram mais desempenho, pois a cada lançamento a Epson desenvolve um produto que consuma menos energia e menos tinta", comentou.
O argumento de que os consumidores buscam por produtos novos faz sentido, mas a diretora do documentário acredita que a obsolescência programada na forma psicológica também existe. Em outras palavras, o fato do consumidor substituir voluntariamente algo que ainda funciona só para ter o último modelo também é uma influência da indústria.
E você, acredita que as fabricantes de eletrônicos praticam a obsolescência programada? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
Foi lançando em 01/12/2011 a versão Ubuntu 12.04 alfa.1.Essa versão não conta com grandes novidades mas há algumas mudanças e atualizações que merecem destaque:
Tomboy, Banshee e Gbrainy foram removidos.
Rhythmbox volta a ser o reprodutor de música padrão. Ainda não tem o plugin “ubuntu one music store” e ainda necessita ser portado para GTK3.
Foram incluídas as versões beta do Firefox 9 e Thunderbird 9.
O kernel do linux foi atualizado para a versão 3.2.0-2.
Lubuntu mudou para o ligthdm.
A central de programas do Ubuntu agora suporta múltiplos screenshots.
De acordo com Wikipedia:
“O pangolim (Manis spp.) é um mamífero que vive em zonas tropicais da Ásia e da África. Há sete espécies diferentes, as únicas representantes da família Manidae e ordem Pholidota. A ordem é muito antiga, com representantes fósseis datando do Eoceno na Europa (Eomanis, do Eoceno Médio alemão, em Messel), América do Norte (Patriomanis) e Ásia (Cryptomanis gobiensis, do Eoceno superior da Mongólia). A relação dos Folídotos com outras ordens de mamíferos ainda motivo de muito controvérsias, mas estudos recentes incluíram-na num táxon chamado de Pegasoferae, junto com os Carnívoros, os Quirópteros e os Perissodátilos.”
CRONOGRAMA: Alfa 1 – 01/12/2011
Alfa 2 – 02/02/2012
Beta 1 – 01/03/2012
Beta 2 – 29/03/2012
Versão RC – 19/04/2012 Versão Final – 26/04/2012
Steve Jobs planejava uma total reinvenção das câmeras dos iPhones, segundo Adam Lashinsky, autor do livro "Inside Apple". Ele teria se encontrado algumas vezes com Ren Ng, fundador da Lytro, empresa que inventou as chamadas "câmeras de luz". Essas máquinas fotográficas têm um sensor que capta todos os raios de luz de um ambiente. Com isso, ela consegue gerar o foco em uma imagem após ter sido produzida (veja mais sobre a Lytro aqui).
Jobs e Ng planejavam um trabalho em conjunto nas câmeras dos smartphones da Apple. O autor do livro diz que demonstrações chegaram a ser feitas nas tais reuniões. A Lytro também produziria algumas peças para a Apple, pedido feito por e-mail pelo próprio Jobs.
Hoje, quando se fala em tecnologia, seja por algum componente da empresa ou uma característica específica, muita gente já pensa na sua marca preferida: Apple, Intel, Google, Samsung, e muitas outras.
Mas antigamente, os computadores não eram nem de longe tão compactos e modernos como os que vemos e temos na atualidade. Eles eram tradicionalmente gigantescos, possuíam alavancas, engrenagens e outros mecanismos enormes que poderiam automatizar seu funcionamento de uma forma ou outra.
Por mais futurista que isso tenha sido naquela época, houve um dispositivo que, apesar de se parecer como um grande sistema de encanamento, era na verdade um computador movido a água. De acordo com a revista russa Science and Life, o aparelho, construído pelo cientista Vladimir Lukyanov em 1936, foi o primeiro do mundo a ser capaz de solucionar equações diferenciais parciais, algo bem difícil de ser feito - quem está na faculdade de matemática, física ou engenharia deve saber bem do problema que estamos falando!
Para solucionar os exercícios, Lukyanov utilizava uma série de tubos de vidro interligados e cheios de água. A resposta era obtida de acordo com o nível de líquido presente em determinados tubos, enquanto tampões e torneiras serviam para alterar as variantes das equações. Resumindo: o computador funcionava como uma calculadora hidráulica, ou seja, um instrumento de cálculo composto por tubos, tanques, canos e válvulas.
O dispositivo inspirou muitos outros produtos e aplicações com tecnologia semelhante, especialmente em áreas como geologia, física térmica, metalurgia e engenharia de foguetes.
Para continuar os protestos cibernéticos contra o fechamento do site Megaupload na semana passada, um grupo de hackers, com o apoio do Anonymous, pretende lançar um site com a mesma proposta, ou seja, a de compartilhamento de armazenamento de arquivos livres. A página, se for mesmo liberada, vai se chamar Anonyupload.
O anúncio foi feito no Twitter do AnonyOps, quando declararam: "Contra-atacando, a versão Anonymous do Megaupload". Ao acessar o site, o internauta pode visualizar algumas informações sobre o serviço que, em breve, promete oferecer a capacidade de armazenar e compartilhar dados sem restrição, além de ser completamente gratuito aos usuários, sem publicidade.
Além disso, o site apresenta uma mensagem de apoio a Kim Dotcom, criador do Megaupload, que atualmente está preso na Nova Zelândia. "Obrigado Dotcom pelos seus serviços. Esperamos que você seja libertado o mais rápido possível."
Os hackers também colocaram no Anonyupload um pedido de doações para que, com os recursos e arrecadação disponíveis, seja possível comprar espaço em servidores e, a partir disso, colocar o projeto para funcionar. O espaço onde vão ficar esses servidores e - o principal - as operações que mais aborrecem as autoridades será na Rússia, e as atividades do serviço devem começar nesta quarta-feira (25/01).
Vale lembrar que o Anonyupload foi feito por um grupo de pessoas não identificadas, e não tem nenhuma ligação direta com o Anonymous de verdade. Contudo, o grupo de hackers disse apoiar a iniciativa.
Com surgimento das Tvs Online Canonical vai apresentar sua versão de TV na CES em 2012.Elas foram desenvolvidas para rodar em Smart TVs, chamada de Ubuntu One, e também um sistema IVI (sigla do inglês para sistemas de informação e entretenimento para automóveis). A apresentação terá companhia de outras adaptações do Ubuntu em tablets, smartphones e mais.
Fácil integração de transmissão, serviços online e aplicações.
Experiência de TV moderna transmissão - Pesquisa assistir registro, e jogar.
Milhões de filmes e programas de TV transmitido pela web sob demanda.
Compartilhada tela experiência com dispositivos iOS, Android e Ubuntu.
Simplicidade bela experiência
Uma interface, um dispositivo e um controle remoto. E, claro, o Ubuntu One.
Tudo a partir de transmissão e web streaming para PVR e nuvem pessoal.
Após ganhar prêmios de app do ano para iPhone e se tornar um dos mais famosos aplicativos de fotografia entre smartphones, o Instagram anunciou que, até o fim de 2012, terá uma verão para Android. Mas, ao que parece, o Windows Phone sairá na frente.
Segundo o site Digital Trends, fontes internas da empresa deixaram a entender que a equipe do Windows Phone está trabalhando junto da equipe do Instagram. Kevin Systrom, CEO da empresa, não confirmou nem negou o rumor: "Pré-anunciamos o Android, mas não iremos comentar sobre nosso cronograma".
E, com o lançamento do Nokia Lumia 900 e a garra da Microsoft em bater de frente com as lojas de apps da Apple e Android, nada melhor que ter um aplicativo do nível do Instagram em sua lista. Além do que, seria ótimo para a empresa ter tal app antes de seu principal concorrente.
Para provocar os usuários do mundo da tecnologia, a Sony divulgou um clipe misterioso de uma nova ferramenta interativa que será anunciada no dia 21 de fevereiro.
No vídeo disponibilizado no site da Sony, a companhia apresenta um recurso chamado Dot Switch, que parece permitir o controle de vários dispositivos a partir de uma única fonte. De acordo com o filme de trinta segundos, os comandos serão feitos por um smartphone da linha Xperia.
O clipe começa com uma pessoa tocando um grande botão que brilha na tela do celular. O usuário, então, atravessa uma sala contendo alguns aparelhos que são ativados conforme o indivíduo aponta o smartphone na direção de cada um deles. Os dispositivos vão desde um gramofone e canhões de confete, até uma TV de tela plana e um sistema de ativação de luzes inteligentes.
Ao final da prévia, os internautas visualizam a frase "Novo entretenimento da Sony", apontando o nome Dot Switch e a data 21 de fevereiro, que é quando a tecnologia será anunciada pela empresa. Segundo o Twitter oficial da marca, o produto será "uma nova tela de multi-entretenimento".
Ainda não se sabe que tipo de ferramentas serão fornecidas aos usuários. O que dá para perceber é que, no clipe do Dot Switch, todos os periféricos - gramofone, canhões de confete, TV e sistema de luzes - possuem algum tipo de software integrado ao celular, onde podemos perceber uma luz verde no suporte dos produtos. Ao ativá-los, as funções de cada dispositivo são analisadas e então reproduzidas a partir dos comandos feitos pelo smartphone.
Essa seria a possível conclusão do Four-Screen, um projeto anunciado pela Sony no ano passado, que mostrava o conceito de múltiplas plataformas ligadas entre si, permitindo a comunicação umas com as outras. Isso incluiria itens como TVs, computadores, tablets e aparelhos telefônicos.
O jeito agora é esperar até o dia 21 do próximo mês, quando saberemos o que a empresa japonesa está preparando. Enquanto isso, assista ao vídeo do Dot Switch e tire as próprias conclusões:
O Android continua sendo o sistema móvel mais usado no mundo, mas o lançamento do iPhone 4S fez com que a Apple se aproximasse do rival do Google, de acordo com dados do grupo Nielsen divulgados pelo Mashable.
Desde outubro, mês de lançamento do iPhone 4S, o interesse dos consumidores no smartphone da Apple cresceu. Em dezembro, 44,5% dos entrevistados pela Nielsen afirmaram ter comprado um iPhone. Em outubro, 25,1% dos consumidores tinham adquirido um dispositivo da Apple. Além disso, 57% dos iPhones vendidos em dezembro foram o modelo 4S.
O estudo consultou cerca de 75 mil consumidores. Dos entrevistados, 46,9% tinham acabado de comprar aparelhos com Android. Em outubro, 61,6% eram usuários da plataforma do Google.
A narração do ambiente começa falando de peões de obra medindo, posicionando e instalando novas paredes, em uma área que, antes, era descoberta e o acesso era livre para qualquer funcionário. De repente, os tapumes dão lugar a vidros foscos e técnicos instalam um sistema de segurança na única entrada da nova saleta - um sistema isolado do restante do edifício. Claramente, aquele é um lugar destinado a criações secretas, e se você não foi previamente avisado dessa mudança, então definitivamente não querem você ali.
Neste tom obscuro, parece até que estamos falando de uma masmorra medieval. Mas, por incrível que pareça, estamos falando da empresa que, hoje, vende mais computadores pessoais no mundo: a Apple.
As informações acima vêm do livro de Adam Lashinsky, jornalista e editor-executivo da revista Fortune, que se infiltrou na empresa como empregado e relatou em sua obra como funciona a política da empresa de manter o máximo de segredo sobre seus produtos e invenções - não somente para os competidores fora de suas paredes, mas também pelo lado de dentro, mantendo funcionários fora das conversas. De acordo com o livro, a própria loja da Apple dentro do campus da empresa, em Cupertino, tem à venda uma camisa com os dizeres "EU VISITEI O CAMPUS DA APPLE, MAS ISSO É TUDO QUE POSSO DIZER".
Segundo Lashinsky, a sede da Apple é uma antítese de si mesma: os locais mais públicos da empresa - quadras de vôlei, áreas verdes para passeio e mesas exteriores para almoços mais comunais - escondem o núcleo de uma máquina cheia de segredos: até mesmo antes de um novo funcionário saber o que vai fazer, ele ocupa a posição conhecida como dummy job ("Serviço idiota" ou "simulado", em tradução livre). Em outras palavras, você é designado para um setor, como desenvolvimento do iPhone, mas não sabe exatamente o que vai fazer, até que lhe digam - o que leva um tempo considerável. O mesmo vale para seus colegas de trabalho: você é apresentado a eles, mas ninguém pode contar exatamente o que faz, tendo em vista que eles foram contratados na mesma condição que você e, a respeito da exatidão de suas tarefas, existem segredos.
Esse apreço pelo segredo e pelo subterfúgio, disseram funcionários a Lashinsky, jamais poderia ser violado. A pena para isso é uma, única e até óbvia: terminação contratual completa, pouco amistosa. Em outras palavras, o livro compara a Apple à Fantástica Fábrica de Chocolates, do filme homônimo, onde ninguém jamais havia pisado dentro da empresa e levado seus segredos para fora.
O livro, chamado "Inside Apple - How America's Most Admired - And Most Secretive - Company Really Works", ainda não tem tradução no Brasil. Ele conta com 240 páginas que narram o relato de Adam Lashinsky, enquanto "empregado" da Apple.